ALLIANCE - Aqui se vive melhor

Construções sustentáveis

Postado em 08/03/2010 por Alliance

Conceitos
“Utilizar os recursos disponíveis no presente sem esgotá-los e comprometer o meio ambiente das gerações futurasâ€
(Relatório Bruntland – 1987)

Em 1987, com o relatório Brundtland (O Nosso futuro comum) foi concebido o conceito de desenvolvimento sustentável, abrindo assim espaço para uma nova ramificação na arquitetura, que prega uma interação do homem com o meio, utilizando os elementos e recursos naturais disponíveis, preservando o planeta para as gerações futuras, baseado nas soluções socialmente justas, economicamente viáveis e ecologicamente corretas.

Algumas diretrizes a considerar para uma construção sustentável.
•    Pensar em longo prazo o planejamento da obra;
•    Eficiência energética;
•    Uso adequado da água e reaproveitamento;
•    Uso de técnicas passivas das condições e dos recursos naturais;
•    Uso de materiais e técnicas ambientalmente corretas;
•    Gestão dos resíduos sólidos. reciclar, reutilizar e reduzir ;
•    Conforto e qualidade interna dos ambientes;
•    Permeabilidade do solo;
•    Integrar transporte de massa e ou alternativos ao contexto do projeto.
Existe muita discussão a cerca dos conceitos da construção sustentável. Primeiro que não é certo afirmar simplesmente que uma obra é ou não sustentável. A caracterização da sustentabilidade de uma construção vem do processo na qual esta foi projetada, executada e na somatória das técnicas usadas em relação ao entorno e lugar. Assim, é possível afirmar comparando com outro projeto que uma construção é mais sustentável que a outra.

Pensar em um edifício isolado não faz sentido quando tratamos de questões ambientais como a sustentabilidade dos espaços construídos pelo homem. Por ser sistêmica, a construção para ser sustentável deve ser elaborada em um contexto, o externo é tão importante quanto o que ocorre nas dependências internas. Por isso, a comparação é a melhor forma de avaliar uma construção sustentável, a obra nunca está sozinha.

Se um edifício cumprir todos os pré-requisitos técnicos, respeitar todas as normas éticas ambientais, apenas usar materiais adequados e mesmo assim se fechar para dentro, não condizendo com as necessidades do entorno, não se relacionando com o lugar na qual está inserida, abstrair as outras construções e pessoas que convivem próximo, não estará sendo sustentável.

Pode parecer complicado, mas não existe nenhuma obrigatoriedade de se cumprir todos os requisitos técnicos para uma construção ser sustentável. Caso contrário, as casas seriam todas iguais. Na verdade, as diretrizes são uma forma de orientar aqueles que pretendem construir de uma forma ambientalmente mais responsável.

Uma obra sustentável leva em conta o processo na qual o projeto é concebido, quem vai usar os ambientes, quanto tempo terá sua vida útil e se, depois desse tempo todo, ela poderá servir para outros propósitos ou não. Tudo o que diz respeito aos materiais empregados nela devem levar em conta a necessidade, o desperdício, a energia gasta no processo até ser implantado na construção e, depois, se esses materiais podem ser reaproveitados.

A auto-suficiência da edificação deve ser levada em consideração. Muitas vezes, alguma parcela da energia pode ser gerada no próprio lugar e a água pode ser reaproveitada, fazendo com que no longo prazo se obtenha uma economia considerável nas contas de luz e água. Geralmente a energia externa produz gases de efeito estufa em algum momento de sua produção. Em um contexto mais amplo, proporcionar a sua própria energia faz com que o edifício colabore com a redução destes gases.
Uma arquitetura sustentável deve, fundamentalmente, levar em conta o espaço na qual será implantada. Os aspectos naturais são de extrema importância para se projetar com estes fins. Se respeitadas, as condições geográficas, meteorológicas, topográficas, aliadas às questões sociais, econômicas e culturais do lugar é que definirão o quão sustentável a construção será.
Assim, algumas soluções aplicadas a uma construção no campo podem não ser sustentáveis em outra na cidade e vice versa. Por exemplo, na primeira hipótese pode se pensar em utilizar materiais do lugar (madeira, pedra, terra etc…), pois pode ficar muito caro optar por peças industrializadas, além dos impactos ambientais diretos e indiretos.

O Brasil com o tamanho continental engloba uma série de panoramas climáticos diferentes. Uma construção sustentável deve respeitar e aproveitar o clima na qual está inserida.

Por Fernando Bussoloti Arquiteto e urbanista formado pela Universidade Mackenzie com experiência em projetos de construções sustentáveis. Autor do projeto do Complexo Náutico da represa de Jundiaí.


NATAL É A PORTA DO TURISMO DO NORDESTE

Postado em 09/10/2009 por admin

Quem chega a Natal, capital do Rio Grande do Norte, logo se encanta pela bela paisagem da Via Costeira, o Morro do Careca e a praia de Ponta Negra. A “Cidade Sol†está entre os destinos turísticos mais procurados do país. Com cerca de 800 mil moradores, a cidade recebe mais de 2 milhões de visitantes por ano, de todos os lugares do mundo. São mais de 20 praias com paisagens incríveis, oportunidades de aventuras pelas dunas e visita ao maior cajueiro do mundo, uma das atrações locais.
A cidade carrega na sua herança cultural os traços da colonização holandesa e portuguesa. Na época das capitanias hereditárias, os franceses já aportavam por aqui para contrabandear o pau-brasil, com a ajuda dos índios potiguares. Em 25 de dezembro de 1597, uma expedição portuguesa, chegou para expulsar os franceses e reconquistar a capitania. A história da cidade começa então no dia 6 de janeiro de 1598, com construção pelos portugueses da “Fortaleza dos Reis Magosâ€.
Concluído o forte, logo se formou um povoado que, segundo alguns historiadores, foi chamado de Cidade dos Reis, e depois Cidade do Natal. Três décadas depois, a fortaleza é ocupada pelos holandeses, quando a cidade passa a ser chamada de Nova Amsterdã. A dominação holandesa vai até 1654, quando o local volta a ter domínio português.
Nos primeiros 100 anos de sua existência, Natal apresentou crescimento lento. Porém, no final do século XIX, a cidade já possuía uma população de mais de 16 mil habitantes. A partir de 1922, o desenvolvimento de Natal ganhou rítmo acelerado com o aparecimento das primeiras atividades urbanas. Pela sua posição geográfica, na II. Grande Guerra Mundial serviu de base militar para os nortes-americanos, ganhando ares de metrópole internacional,
No pós-guerra a cidade continuaria a se desenvolver, mas foi nos anos de 1980, com a construção da Via Costeira, que a cidade descobriu sua vocação turística. Hoje, a cidade possui uma rede hoteleira de qualidade com aproximadamente 25 mil leitos e um Centro de Convenções com auditório multiuso. As belezas naturais também atraem quem gosta de esportes como mergulho, surf, e os ventos constantes possibilitam a prática de esportes como windsurf e kitesurf.
Negócios – Por tudo isso, Natal foi escolhida por milhares de visitantes de todas as partes do mundo, não só como destino turístico, mas como nova morada, sendo uma das capitais que mais cresce em número de residentes.
Aliás, o segmento imobiliário está com um novo fôlego, com a retomada e o surgimento de diversos empreendimentos. “O imóvel é um grande negócio para o investidor, por ser um investimento seguro, de valorização garantidaâ€, explica Waldemir Bezerra, presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis.
A diretora executiva do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado (Sinduscon RN), Ana Adalgisa Dias Paulino, acredita que a retomada da confiança do consumidor está tornando o mercado aquecido.
Na cidade, a Alliance está presente com dois empreendimentos, o Luxor Ponta Negra (Flat), Palazzo Ponta Negra (residencial) e prepara mais dois lançamentos: Vivant e Terraço das Dunas (residenciais de alto padrão).
“Esses empreendimentos visam atender a necessidade dos clientes, dentro de uma linguagem contemporânea, sem modismos, mas atualizada em termos de utilização de materiais e no emprego de uma plástica modernaâ€, explica Carlos Ribeiro Dantas, arquiteto responsável pelos projetos.
SOBRE NATAL
Fundação: 25 de dezembro de 1599.
População: 800 mil habitantes
Clima: Tropical úmido com chuvas no inverno e verão seco
Vegetação: formação litorânea
Insolação mensal média: 265 horas de sol, 300 dias/ano
Temperatura média anual: 26,2ºC

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Quem chega a Natal, capital do Rio Grande do Norte, logo se encanta pela bela paisagem da Via Costeira, o Morro do Careca e a praia de Ponta Negra. A “Cidade Sol†está entre os destinos turísticos mais procurados do país. Com cerca de 800 mil moradores, a cidade recebe mais de 2 milhões de visitantes por ano, de todos os lugares do mundo. São mais de 20 praias com paisagens incríveis, oportunidades de aventuras pelas dunas e visita ao maior cajueiro do mundo, uma das atrações locais.

A cidade carrega na sua herança cultural os traços da colonização holandesa e portuguesa. Na época das capitanias hereditárias, os franceses já aportavam por aqui para contrabandear o pau-brasil, com a ajuda dos índios potiguares. Em 25 de dezembro de 1597, uma expedição portuguesa, chegou para expulsar os franceses e reconquistar a capitania. A história da cidade começa então no dia 6 de janeiro de 1598, com construção pelos portugueses da “Fortaleza dos Reis Magosâ€.

Concluído o forte, logo se formou um povoado que, segundo alguns historiadores, foi chamado de Cidade dos Reis, e depois Cidade do Natal. Três décadas depois, a fortaleza é ocupada pelos holandeses, quando a cidade passa a ser chamada de Nova Amsterdã. A dominação holandesa vai até 1654, quando o local volta a ter domínio português.

Nos primeiros 100 anos de sua existência, Natal apresentou crescimento lento. Porém, no final do século XIX, a cidade já possuía uma população de mais de 16 mil habitantes. A partir de 1922, o desenvolvimento de Natal ganhou rítmo acelerado com o aparecimento das primeiras atividades urbanas. Pela sua posição geográfica, na II. Grande Guerra Mundial serviu de base militar para os nortes-americanos, ganhando ares de metrópole internacional,

No pós-guerra a cidade continuaria a se desenvolver, mas foi nos anos de 1980, com a construção da Via Costeira, que a cidade descobriu sua vocação turística. Hoje, a cidade possui uma rede hoteleira de qualidade com aproximadamente 25 mil leitos e um Centro de Convenções com auditório multiuso. As belezas naturais também atraem quem gosta de esportes como mergulho, surf, e os ventos constantes possibilitam a prática de esportes como windsurf e kitesurf.

Negócios – Por tudo isso, Natal foi escolhida por milhares de visitantes de todas as partes do mundo, não só como destino turístico, mas como nova morada, sendo uma das capitais que mais cresce em número de residentes.

Aliás, o segmento imobiliário está com um novo fôlego, com a retomada e o surgimento de diversos empreendimentos. “O imóvel é um grande negócio para o investidor, por ser um investimento seguro, de valorização garantidaâ€, explica Waldemir Bezerra, presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis.

A diretora executiva do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado (Sinduscon RN), Ana Adalgisa Dias Paulino, acredita que a retomada da confiança do consumidor está tornando o mercado aquecido.

Na cidade, a Alliance está presente com dois empreendimentos, o Luxor Ponta Negra (Flat), Palazzo Ponta Negra (residencial) e prepara mais dois lançamentos: Vivant e Terraço das Dunas (residenciais de alto padrão).

“Esses empreendimentos visam atender a necessidade dos clientes, dentro de uma linguagem contemporânea, sem modismos, mas atualizada em termos de utilização de materiais e no emprego de uma plástica modernaâ€, explica Carlos Ribeiro Dantas, arquiteto responsável pelos projetos.

SOBRE NATAL

Fundação: 25 de dezembro de 1599.

População: 800 mil habitantes

Clima: Tropical úmido com chuvas no inverno e verão seco

Vegetação: formação litorânea

Insolação mensal média: 265 horas de sol, 300 dias/ano

Temperatura média anual: 26,2ºC


MERCADO IMOBILIÃRIO MUDA PAISAGEM DE JOÃO PESSOA

Postado em 05/10/2009 por admin

A cidade onde o Sol nasce primeiro nasceu às margens do rio Sanhauá, em 1585, já com o titulo de cidade, sem nunca ter passado pela designação de vila, povoado ou aldeia, tornando-se a terceira mais antiga do Brasil. Teve vários nomes nestes 400 anos de história. Nossa Senhora das Neves, Filipéia de Nossa Senhora das Neves, Frederica (quando foi tomada pelos holandeses em 1634), Parahyba, logo após o retorno ao domínio português, e, por fim, recebeu o nome de João Pessoa, em homenagem ao Presidente do Estado assassinado em 1930, no Recife.
No começo, a parte baixa da cidade recebeu os prédios comerciais (muitos estão de pé ainda hoje, embora em ruínas) e na parte alta estavam as construções administrativas, religiosas e os prédios residenciais de alto padrão. A expansão para o litoral começou no início da década de 1910, com o saneamento da lagoa do Parque Solon de Lucena, cartão postal da cidade.
O Farol do Cabo Branco, outro ponto obrigatório de visita, representa um marco geográfico importante: o Ponto Extremo Oriental das Américas. Outro título que a cidade carrega é de ser a segunda mais arborizada do mundo, atrás apenas de Paris (França). O título foi consagrado em 1992, durante a realização Rio Eco-92.
Mesmo mantendo um ar bucólico, a cidade tem uma economia efervescente. Comércio, varejo e serviços são as principais forças econômicas, acompanhadas pela implantação de empresas no Distrito Industrial da cidade. E um novo ciclo de crescimento começou nos últimos anos, movimentado pelo aumento do turismo nacional e internacional.
Imobiliário – Um breve olhar sobre João Pessoa mostra uma forte mudança na paisagem da capital. Em especial nos bairros da orla marítima ou nas regiões emergentes, como o bairro do Altiplano, surgem, diariamente, canteiros de obras e lançamentos de empreendimentos residenciais voltados para todos os públicos. “O mercado vem crescendo fortemente e a previsão é acelerar os investimentos nos próximos anos. João Pessoa é a cidade para se fazer grandes investimentos, pois os preços estão bastante atraentes e a valorização é um dos principais atrativosâ€, afirma Heronaldo Segundo, diretor da Alliance Residence.
A construtora tem empreendimentos variados na cidade, voltados para diversos públicos: condomínios residenciais (Ultramare Residence, Varandas do Atlântico, Costa do Atlântico, Morada do Atlântico, Terraços do Atlântico), flats  (Luxor Tambaú e Luxor Cabo Branco) e lançamentos previstos para os próximos meses (Vivant, Aquamare Luxor Paulo Miranda). As obras mesclam beleza, lazer, segurança e conforto nas áreas mais nobres da cidade. “Estamos aperfeiçoando nossos projetos. Nosso foco hoje em João Pessoa são empreendimentos adaptados às necessidades e praticidades dos clientesâ€, conclui.
Segundo dados do Sinduscon/João Pessoa, o investimento no setor imobiliário vem crescendo rapidamente nos últimos anos. Para se ter uma idéia, em 2005, o volume de negócios fechados envolvendo lançamentos gerou um faturamento de R$ 185 milhões. No ano passado, este valor chegou a R$ 700 milhões em vendas.
SOBRE JOÃO PESSOA
Fundação: 05 de agosto de 1585.
População: Cerca de 600 mil habitantes
Clima: Tropical úmido com chuvas no inverno e verão seco
Vegetação: formação litorânea
Insolação mensal média: 265 horas de sol, 300 dias/ano
Temperatura média anual: 26ºC

A cidade onde o Sol nasce primeiro nasceu às margens do rio Sanhauá, em 1585, já com o titulo de cidade, sem nunca ter passado pela designação de vila, povoado ou aldeia, tornando-se a terceira mais antiga do Brasil. Teve vários nomes nestes 400 anos de história. Nossa Senhora das Neves, Filipéia de Nossa Senhora das Neves, Frederica (quando foi tomada pelos holandeses em 1634), Parahyba, logo após o retorno ao domínio português, e, por fim, recebeu o nome de João Pessoa, em homenagem ao Presidente do Estado assassinado em 1930, no Recife.

No começo, a parte baixa da cidade recebeu os prédios comerciais (muitos estão de pé ainda hoje, embora em ruínas) e na parte alta estavam as construções administrativas, religiosas e os prédios residenciais de alto padrão. A expansão para o litoral começou no início da década de 1910, com o saneamento da lagoa do Parque Solon de Lucena, cartão postal da cidade.

O Farol do Cabo Branco, outro ponto obrigatório de visita, representa um marco geográfico importante: o Ponto Extremo Oriental das Américas. Outro título que a cidade carrega é de ser a segunda mais arborizada do mundo, atrás apenas de Paris (França). O título foi consagrado em 1992, durante a realização Rio Eco-92.

Mesmo mantendo um ar bucólico, a cidade tem uma economia efervescente. Comércio, varejo e serviços são as principais forças econômicas, acompanhadas pela implantação de empresas no Distrito Industrial da cidade. E um novo ciclo de crescimento começou nos últimos anos, movimentado pelo aumento do turismo nacional e internacional.

Imobiliário – Um breve olhar sobre João Pessoa mostra uma forte mudança na paisagem da capital. Em especial nos bairros da orla marítima ou nas regiões emergentes, como o bairro do Altiplano, surgem, diariamente, canteiros de obras e lançamentos de empreendimentos residenciais voltados para todos os públicos. “O mercado vem crescendo fortemente e a previsão é acelerar os investimentos nos próximos anos. João Pessoa é a cidade para se fazer grandes investimentos, pois os preços estão bastante atraentes e a valorização é um dos principais atrativosâ€, afirma Heronaldo Segundo, diretor da Alliance Residence.

A construtora tem empreendimentos variados na cidade, voltados para diversos públicos: condomínios residenciais (Ultramare Residence, Varandas do Atlântico, Costa do Atlântico, Morada do Atlântico, Terraços do Atlântico), flats  (Luxor Tambaú e Luxor Cabo Branco) e lançamentos previstos para os próximos meses (Vivant, Aquamare Luxor Paulo Miranda). As obras mesclam beleza, lazer, segurança e conforto nas áreas mais nobres da cidade. “Estamos aperfeiçoando nossos projetos. Nosso foco hoje em João Pessoa são empreendimentos adaptados às necessidades e praticidades dos clientesâ€, conclui.

Segundo dados do Sinduscon/João Pessoa, o investimento no setor imobiliário vem crescendo rapidamente nos últimos anos. Para se ter uma idéia, em 2005, o volume de negócios fechados envolvendo lançamentos gerou um faturamento de R$ 185 milhões. No ano passado, este valor chegou a R$ 700 milhões em vendas.

SOBRE JOÃO PESSOA

Fundação: 05 de agosto de 1585.

População: Cerca de 600 mil habitantes

Clima: Tropical úmido com chuvas no inverno e verão seco

Vegetação: formação litorânea

Insolação mensal média: 265 horas de sol, 300 dias/ano

Temperatura média anual: 26ºC


PROCESSOS CONSTRUTIVOS ADEQUADOS A DIFERENTES EMPRENDIMENTOS

Postado em 28/09/2009 por admin

Trabalhar de forma mais sustentável e com menor agressão ao meio ambiente. A proposta construtiva da Alliance para todos os seus empreendimentos vem dando resultados que podem ser percebidos numa breve visita aos canteiros de obras da empresa.
Dentro de uma proposta de construção mais racional, a Alliance tem desenvolvido projetos que possibilitam economia de recursos como energia, água e materiais de construção, além da preocupação constante com o destino final do entulho gerado.
Para gerenciar mais adequadamente os processos de trabalho, a empresa trabalha com a filosofia do “Lean Constructionâ€, ou seja, obras enxutas, onde as tarefas que não agreguem valor deverão ser reduzidas ou até eliminadas.
A empresa busca a melhoria progressiva na redução das perdas na construção de edifícios. “É importante destacar que no processo de racionalização, a contratação dos projetos torna-se indispensável para especificação necessária de cada etapa da obra. Alguns projetos e consultorias que antes não eram evidenciados, hoje são contratados e implementados nos nossos canteiros, tais como esquadrias, alvenaria, impermeabilização e revestimentoâ€, explica o engenheiro da empresa, Ângelo Rocci.
Segundo o engenheiro, no cenário nacional e internacional existem inúmeros sistemas construtivos, cabe à empresa, juntamente com os projetistas que assessoram o projeto definir o mais compatível com cada empreendimento.
Por exemplo, na obra do Luxor Tambaú foi utilizado o sistema de divisórias das paredes internas em blocos de gesso, solução ideal para um flat. Isso tornou o empreendimento mais versátil, tanto na redução dos prazos de execução, quanto na solução das modificações solicitadas pelos clientes.
Já no Ultramare Class Club Residence, o sistema adotado é o de blocos cerâmicos de alta qualidade, executado conforme projeto de alvenaria. Para garantir o desperdício “zeroâ€, as paredes são projetadas para não haver quebras e ajustes de elementos. “Cada empreendimento é tratado diferente do outro. Estudamos a viabilidade de cada projeto e aplicamos soluções as adequadasâ€, explica Ângelo Rocci.
Aliás, os processos construtivos mais racionais beneficiam muito o cliente final. Além de todo cronograma da obra ser verificado e cumprido de acordo com o planejamento inicial, o que dá mais segurança para quem adquiriu o empreendimento, a economia gerada com a utilização correta dos materiais é revertida dentro da própria obra com a aplicação de produtos de primeira linha, sem aumentar os custos de construção.
Desafio – A indústria da construção civil olha mais atentamente para as questões ambientais. Baixar em alguns pontos percentuais as perdas da construção civil significa também reduzir a extração de matérias-primas. O desperdício também alimenta a produção do entulho. Pesquisas indicam que os restos da construção representam, em massa, por volta de dois terços de todo o lixo gerado na malha urbana das grandes cidades.
Lean Construction – Fundamentado na engenharia de produção e no modelo desenvolvido pela Toyota, institui eficiência de processos e promove uma sensível redução de perdas durante a construção. A sua implementação traz excelentes resultados em aumento de produtividade e de lucratividade nas empresas de construçâo civil. Lean Construction favorece o desenvolvimento de produtos e serviços de alta qualidade, ao mais baixo custo e no menor tempo (lead time) possível.

Trabalhar de forma mais sustentável e com menor agressão ao meio ambiente. A proposta construtiva da Alliance para todos os seus empreendimentos vem dando resultados que podem ser percebidos numa breve visita aos canteiros de obras da empresa.

Dentro de uma proposta de construção mais racional, a Alliance tem desenvolvido projetos que possibilitam economia de recursos como energia, água e materiais de construção, além da preocupação constante com o destino final do entulho gerado.

Para gerenciar mais adequadamente os processos de trabalho, a empresa trabalha com a filosofia do “Lean Constructionâ€, ou seja, obras enxutas, onde as tarefas que não agreguem valor deverão ser reduzidas ou até eliminadas.

A empresa busca a melhoria progressiva na redução das perdas na construção de edifícios. “É importante destacar que no processo de racionalização, a contratação dos projetos torna-se indispensável para especificação necessária de cada etapa da obra. Alguns projetos e consultorias que antes não eram evidenciados, hoje são contratados e implementados nos nossos canteiros, tais como esquadrias, alvenaria, impermeabilização e revestimentoâ€, explica o engenheiro da empresa, Ângelo Rocci.

Segundo o engenheiro, no cenário nacional e internacional existem inúmeros sistemas construtivos, cabe à empresa, juntamente com os projetistas que assessoram o projeto definir o mais compatível com cada empreendimento.

Por exemplo, na obra do Luxor Tambaú foi utilizado o sistema de divisórias das paredes internas em blocos de gesso, solução ideal para um flat. Isso tornou o empreendimento mais versátil, tanto na redução dos prazos de execução, quanto na solução das modificações solicitadas pelos clientes.

Já no Ultramare Class Club Residence, o sistema adotado é o de blocos cerâmicos de alta qualidade, executado conforme projeto de alvenaria. Para garantir o desperdício “zeroâ€, as paredes são projetadas para não haver quebras e ajustes de elementos. “Cada empreendimento é tratado diferente do outro. Estudamos a viabilidade de cada projeto e aplicamos soluções as adequadasâ€, explica Ângelo Rocci.

Aliás, os processos construtivos mais racionais beneficiam muito o cliente final. Além de todo cronograma da obra ser verificado e cumprido de acordo com o planejamento inicial, o que dá mais segurança para quem adquiriu o empreendimento, a economia gerada com a utilização correta dos materiais é revertida dentro da própria obra com a aplicação de produtos de primeira linha, sem aumentar os custos de construção.

Desafio – A indústria da construção civil olha mais atentamente para as questões ambientais. Baixar em alguns pontos percentuais as perdas da construção civil significa também reduzir a extração de matérias-primas. O desperdício também alimenta a produção do entulho. Pesquisas indicam que os restos da construção representam, em massa, por volta de dois terços de todo o lixo gerado na malha urbana das grandes cidades.

Lean Construction – Fundamentado na engenharia de produção e no modelo desenvolvido pela Toyota, institui eficiência de processos e promove uma sensível redução de perdas durante a construção. A sua implementação traz excelentes resultados em aumento de produtividade e de lucratividade nas empresas de construçâo civil. Lean Construction favorece o desenvolvimento de produtos e serviços de alta qualidade, ao mais baixo custo e no menor tempo (lead time) possível.


ALLIANCE INVESTE NA QUALIFICAÇÃO E SAÚDE DE SEUS OPERÃRIOS

Postado em por admin

Cuidar dos operários no canteiro de obras é fundamental para manutenção do ritmo de obras e cumprimento dos prazos pré-definidos.
Empresas como a Alliance, por exemplo, investem fortemente nas melhores condições de segurança e saúde, prevenindo assim acidentes e doenças de trabalho. A empresa tem investido em um roteiro completo para qualidade de vida, que vai desde os cuidados com a alimentação balanceada, palestras educativas, visitas regulares dos médicos aos canteiros de obras.
Outro trabalho importante desenvolvido pela empresa é o de capacitação da mão de obra. As aulas de alfabetização nos canteiros de obras, que parecem um tanto estranhas quando se vê pela primeira vez, são parte do cotidiano dos operários contratados pela Alliance.
A empresa investe fortemente na capacitação de seus funcionários e na criação de mão-de-obra qualificada. “A Alliance entende seu papel social e investe na melhora do nível dos trabalhadores da construção civilâ€, explica Rosana Lima do Nascimento, técnica de Segurança do Trabalho.
Para adaptar seus funcionários ao perfil de exigência da empresa, a Alliance fechou parceria com o Sesi, que implantou um programa de educação básica e alfabetização. A escola dentro dos canteiros de obras da Alliance tem o objetivo de minimizar o índice de analfabetismo entre os trabalhadores que na maioria das vezes tiveram que abandonar a escola cedo demais ou nunca nem foram matriculados.
Durante as aulas, o Sesi procura adotar uma metodologia de ensino comprovadamente eficaz para atender às especificidades do público-alvo da construção civil. Acabar com o analfabetismo não é apenas ensinar a ler e a escrever. Significa também promover a cidadania de quase 10% do total da população nacional. Dessa maneira, a Alliance cumpre seu papel social e investe também no cidadão
â€Quando o operário não consegue entender as instruções básicas passadas por escrito, ele encontra dificuldade na execução das tarefas mais simples. Com este curso, o profissional abre possibilidades dentro do trabalho e também se sente inserido na sociedade como um todo. Há uma melhora na vida dessas pessoas e um resgate da cidadaniaâ€, afirma Rosana Nascimento.
CENÃRIO NACIONAL – Em todo o país, o setor da construção civil trabalha para capacitar a mão de obra nos canteiros. O ciclo de crescimento consistente do setor criou uma demanda por trabalhadores mais habilitados. Hoje, os profissionais precisam de conhecimentos e atitudes diferentes, para responder às exigências de qualidade, produtividade, redução de perdas e desperdícios, controle e sustentabilidade.

Cuidar dos operários no canteiro de obras é fundamental para manutenção do ritmo de obras e cumprimento dos prazos pré-definidos.

Empresas como a Alliance, por exemplo, investem fortemente nas melhores condições de segurança e saúde, prevenindo assim acidentes e doenças de trabalho. A empresa tem investido em um roteiro completo para qualidade de vida, que vai desde os cuidados com a alimentação balanceada, palestras educativas, visitas regulares dos médicos aos canteiros de obras.

Outro trabalho importante desenvolvido pela empresa é o de capacitação da mão de obra. As aulas de alfabetização nos canteiros de obras, que parecem um tanto estranhas quando se vê pela primeira vez, são parte do cotidiano dos operários contratados pela Alliance.

A empresa investe fortemente na capacitação de seus funcionários e na criação de mão-de-obra qualificada. “A Alliance entende seu papel social e investe na melhora do nível dos trabalhadores da construção civilâ€, explica Rosana Lima do Nascimento, técnica de Segurança do Trabalho.

Para adaptar seus funcionários ao perfil de exigência da empresa, a Alliance fechou parceria com o Sesi, que implantou um programa de educação básica e alfabetização. A escola dentro dos canteiros de obras da Alliance tem o objetivo de minimizar o índice de analfabetismo entre os trabalhadores que na maioria das vezes tiveram que abandonar a escola cedo demais ou nunca nem foram matriculados.

Durante as aulas, o Sesi procura adotar uma metodologia de ensino comprovadamente eficaz para atender às especificidades do público-alvo da construção civil. Acabar com o analfabetismo não é apenas ensinar a ler e a escrever. Significa também promover a cidadania de quase 10% do total da população nacional. Dessa maneira, a Alliance cumpre seu papel social e investe também no cidadão

â€Quando o operário não consegue entender as instruções básicas passadas por escrito, ele encontra dificuldade na execução das tarefas mais simples. Com este curso, o profissional abre possibilidades dentro do trabalho e também se sente inserido na sociedade como um todo. Há uma melhora na vida dessas pessoas e um resgate da cidadaniaâ€, afirma Rosana Nascimento.

CENÃRIO NACIONAL – Em todo o país, o setor da construção civil trabalha para capacitar a mão de obra nos canteiros. O ciclo de crescimento consistente do setor criou uma demanda por trabalhadores mais habilitados. Hoje, os profissionais precisam de conhecimentos e atitudes diferentes, para responder às exigências de qualidade, produtividade, redução de perdas e desperdícios, controle e sustentabilidade.


ÃNDICES DA CONST. CIVIL 2009

Postado em 08/07/2009 por Alliance

Confira aqui, o histórico do ano de 2009, com os dados que mexe com os índices da construção civil. Visitem mensalmente nosso blog e fique atualizado.

INDICADORES 2009
INCC (%) IGPM(%) IPCA(%)
JANEIRO 0,33 -0,44 0,48
FEVEREIRO 0,27 0,26 0,55
MARÇO -0,25 -0,74 0,2
ABRIL -0,04 -0,15 0,48
MAIO 1,39 -0,07 0,47
JUNHO
JULHO
AGOSTO
SETEMBRO
OUTUBRO
NOVEMBRO
DEZEMBRO

Fonte: FGV


AGENDA DO INVESTIDOR – 1ª SEMANA DE JULHO 2009

Postado em por Alliance

Indices

A sua agenda semanal de negócios. Aqui você pode acompanhar os principais indicadores econômicos e financeiros, compará-los ao consenso de mercado e conferir os indicadores do período anterior. A agenda é anual e atualizada nesse link pelo site da Fundação Getúlio Vargas. O calendário encontra-se no lado direito na parte inferior do site.

Acesso o link: http://www.fgv.br/dgd/asp/dsp_IGP.asp

Já disponibiliazamos no nosso site, no menu Dicas, o calendário em PDF para você baixar.


Estréia do novo site da Alliance

Postado em 16/06/2009 por Alliance

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Investir em tecnologia é um caminho irreversível para as grandes empresas, na atualidade. Aliando a interatividade a informação, a Alliance segue o exemplo de grandes organizações e investe em um novo site. O novo layout traz muitas novidades que facilitam a navegação e a relação entre a empresa e os seus clientes como vídeos dos empreendimentos, um blog institucional, cobertura de eventos, enquetes e depoimentos.

Com o foco no cliente, o novo site facilita o acesso com a empresa e o atendimento trazendo uma área restrita exclusiva, por onde com o cliente terá acesso ao seu boleto bancário sem nenhum problema e poderá fazer download do manual do empreendimento. Na seção empreendimentos, poderá, ainda, acompanhar o andamento da construção do seu apartamento mensalmente.

O internauta ainda poderá saber mais sobre os próximos lançamentos da construtora, os empreendimentos em construção, notícias e informações em tempo real por meio de um espaço exclusivo que funcionará com o sistema de chat. Outra novidade para aqueles que têm interesse em trabalhar na empresa, a seção TRABALHE CONOSCO permitirá que o recebimento de currículos, a escolha da área de atuação etc.

Mais informação sobre a área de construção civil e dicas, o internauta encontrará aqui em nosso BLOG. Nele, gerentes, membros do Conselho da organização e convidados divulgarão informações sobre o mercado imobiliário, entrevistas e artigos relacionados à área de construção civil e muito mais.

É simples é só acessar: www.alliance.com.br e navegar.


Conheça a Alliance

Postado em 08/06/2009 por Alliance

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Poucas incorporações do setor imobiliário paraibano cresceram tanto e em tão pouco tempo como o Grupo ALLIANCE.

Sediada na cidade de João Pessoa, o Grupo está presente também em algumas cidades da Paraíba e do Rio Grande do Norte. As empresas que compõem a ALLIANCE atuam há mais de 20 anos no mercado de incorporação imobiliária, apresentando uma imagem consolidada devido ao sucesso de vendas, qualidade e cumprimento dos prazos de entrega das obras.

No mercado desde 2006, a ALLIANCE é o resultado da aliança estratégica entre as construtoras HM, Marinho, MB, Natal e Nordeste Construções. A construtora nasceu da necessidade de união para competir com as empresas nacionais que, a partir da abertura do capital, buscavam novos mercados para expansão.

A ALLIANCE pretende contribuir para o crescimento do setor de incorporação no Nordeste, adotando estratégias que conduzem a idealização de projetos com conceitos arquitetônicos inovadores, buscando a satisfação das necessidades dos clientes, colaboradores e parceiros de negócio, bem como o desenvolvimento sustentável da organização.

De acordo com um dos diretores da ALLIANCE, Stelo Queiroga, na época da abertura da construtora o mercado se encontrava em crescimento acentuado, principalmente pela chegada de novos incorporadores, tanto nacionais quanto estrangeiros. “Nossa maior dificuldade naquele tempo foi a criação de uma estrutura profissional capaz de gerenciar um número maior de empreendimentos, como também edifícios de maior porteâ€, lembrou.

O primeiro empreendimento da ALLIANCE foi o Palazzo Ponta Negra, na cidade de Natal. Desde então, a construtora foi se desenvolvendo a partir da experiência dos sócios cotistas e a observação dos mercados nacionais e internacionais.

Esse crescimento também foi possível devido ao compromisso da incorporação em oferecer produtos e serviços de alta qualidade, de modo a surpreender positivamente a expectativa dos clientes. “O que mais nos orgulha na história da Alliance é justamente a possibilidade que temos de desenvolver projetos no Nordeste com qualidade e conceitos que nada devem às outras regiões do Paísâ€, destacou Stelo.



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